Ainda em processo de revisão!!!
Muita coisa pode mudar.
“O cinema acabou. Agora começa o mundo.”
O que acontece quando a fronteira entre o espectador e o filme se dissolve? Para o protagonista desta jornada, a resposta surge em uma sala de cinema sombria, assistindo a uma obra gótica chamada A Cápsula. O filme narra um mundo onde os mortos caminham entre os vivos e criaturas de luz azul são aprisionadas em cristais por caçadores conhecidos como Laicos.
Mas a projeção é um portal. Ao tocar a tela, ele é sugado para dentro da narrativa, assumindo o papel do Homem da Capa, o guardião do Coração de Eidolon — uma relíquia capaz de selar almas e memórias. No centro de uma Curitiba transfigurada por névoas góticas e torres de ferro, ele descobre que não está apenas caçando monstros; ele está enfrentando os seus próprios Ecos: versões de si mesmo que foram esquecidas, abandonadas ou renegadas pelo “Escritor”.
Entre o Sombramundo, governado pela Mãe do Esquecimento, e o Domínio do Reflexo, o protagonista precisa decidir: ele é o autor da própria história ou apenas um fragmento de um sonho maior? Através de rituais de cura, renúncia e a integração de sua própria sombra, ele descobre a verdade aterradora: a Cápsula não é uma prisão, mas o útero de onde nascem todos os universos.
“A Cápsula dos Mortos” é uma odisseia metafísica sobre o peso da memória e a coragem de assumir a própria criação. Uma história onde cada ponto final é, na verdade, um novo “Enter” em uma tela que nunca se apaga.
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