Capa de A Cápsula dos Mortos

A Cápsula dos Mortos

Em Breve+18🌍 Português

Ainda em processo de revisão!!!
Muita coisa pode mudar.

“O cinema acabou. Agora começa o mundo.”

O que acontece quando a fronteira entre o espectador e o filme se dissolve? Para o protagonista desta jornada, a resposta surge em uma sala de cinema sombria, assistindo a uma obra gótica chamada A Cápsula. O filme narra um mundo onde os mortos caminham entre os vivos e criaturas de luz azul são aprisionadas em cristais por caçadores conhecidos como Laicos.

Mas a projeção é um portal. Ao tocar a tela, ele é sugado para dentro da narrativa, assumindo o papel do Homem da Capa, o guardião do Coração de Eidolon — uma relíquia capaz de selar almas e memórias. No centro de uma Curitiba transfigurada por névoas góticas e torres de ferro, ele descobre que não está apenas caçando monstros; ele está enfrentando os seus próprios Ecos: versões de si mesmo que foram esquecidas, abandonadas ou renegadas pelo “Escritor”.

Entre o Sombramundo, governado pela Mãe do Esquecimento, e o Domínio do Reflexo, o protagonista precisa decidir: ele é o autor da própria história ou apenas um fragmento de um sonho maior? Através de rituais de cura, renúncia e a integração de sua própria sombra, ele descobre a verdade aterradora: a Cápsula não é uma prisão, mas o útero de onde nascem todos os universos.

“A Cápsula dos Mortos” é uma odisseia metafísica sobre o peso da memória e a coragem de assumir a própria criação. Uma história onde cada ponto final é, na verdade, um novo “Enter” em uma tela que nunca se apaga.

Notas do Autor:
Ainda em processo de revisão!!!
Muita coisa pode mudar.

Tudo começou com uma imagem que o despertar não conseguiu apagar: uma sala de cinema onde a tela não era uma barreira, mas um portal. Esse sonho, o mais impressionante de uma vida inteira de registros, exigiu ser transposto para o papel. O que nasceu como um relato de uma noite transformou-se, cresceu e ramificou-se até se tornar minha primeira saga.

"A Cápsula dos Mortos" e sua continuação, "Os Fragmentos do Azul", são o resultado desse processo de mineração onírica. É uma obra que explora o peso da criação e a fragilidade da memória. Nela, o Criador e a Criatura habitam o mesmo espelho, e Curitiba — transfigurada em uma metrópole gótica de ferro e névoa — serve de palco para uma batalha onde a maior arma não é o ataque, mas a coragem de lembrar e curar.

Ainda em processo de revisão, esta saga é o meu acerto de contas com o invisível. É a prova de que algumas histórias não são inventadas; elas são lembradas de lugares que visitamos enquanto dormimos.
Aguardando a publicação do primeiro capítulo.
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