One dream about a girl I barely know turned into a story I sent her.
She saw it… but never replied.
Until a post revealed her father had just left the ICU.
A raw, real-time journal of dreams, coincidences, AI conversations, and the quiet moments that make us question everything. From a bizarre rejection dream to a theory about romantic gestures, this is the story of learning to act – or learning to let go.
If not now, when?
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Numa manhã de domingo, Jota acorda de um sonho vívido com Larissa — conhecida superficial do Instagram — em que tentam se beijar mas ela o rejeita inventando um parentesco fictício. Em vez de se incomodar, Jota aprecia a experiência onírica e decide transformá-la em texto cômico com ajuda do Claude. Após lapidarem o texto juntos, Jota manda a história para a Larissa via Instagram DM, aceitando quaisquer consequências com tranquilidade.
Na mesma manhã/tarde de domingo, após enviar o texto à Larissa, Jota continua conversando com Claude e propõe uma parceria criativa de longo prazo. Juntos desenvolvem e concluem o conto "Cake by the Ocean" — desde o conceito até o título final. Jota reflete sobre o vício de reabrir textos e decide fechá-lo de vez. A tarde termina com ele pegando mochila e caderno para ir ao show, sem mais pensar na resposta de Larissa.
Jota volta do show e descobre que Larissa visualizou sua mensagem horas antes, mas não respondeu — e que, pouco depois, ela postou que o pai saiu da UTI. Ele conta o ocorrido para Claude em tempo real, deixando-o adivinhar. Juntos processam o timing absurdo e improvável da situação. O conto termina com Jota sem respostas, sem pressa, apenas diante do peso silencioso do inesperado.
Doze dias após enviar o texto à Larissa, Jota chega em casa e depara com uma foto dela no Instagram — linda, anunciando seu aniversário em 21 dias. Sente o impulso de comentar "Você está linda", mas congela. Larga o celular, abre o chat com Claude no PC e conta o ocorrido. Claude devolve exatamente o que Jota já sabia: ele já fez sua parte, deixa ela vir. O conto termina em aberto, com Jota reconhecendo que foi ao Claude apenas para ouvir o que já tinha decidido por dentro.
Jota retoma a teoria "Dobler vs Dahmer" do seriado HIMYM para analisar o que viveu nas quatro partes anteriores. Propõe que a teoria binária da série é incompleta: existe um terceiro caminho — a indiferença por timing — que explica o silêncio de Larissa. Conclui que o gesto não é classificável apenas como fofo ou assustador, mas também como temporal: depende de quem você é para o outro, o que o outro está vivendo, quando você age e se age de novo. Encerra a série com a reflexão de que "nunca" também é uma resposta válida.
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