
O Mundo Preso na Mente de Uma Criança
Físico: Aproximadamente dez anos, olhos grandes, castanhos, cansados, olheira roxa "que parecia tinta permanente", dedos sujos de azul e rosa neon
Papel: Dona do mundo mental em que Geraldo desperta. Segura tablet rachado com tela soltando fios de luz. Inicialmente ignora Geraldo, depois o confronta com as regras do seu mundo. Aceita sua companhia ao fim, estendendo a mão. Não sabe das intenções reais dele.
Papel: Aos poucos aceita as intervenções de Geraldo. Prova cerveja, cria seu primeiro adulto (garçom), suprime memórias hospitalares na caixa preta e por fim esquece o próprio nome — celebrando cada perda como conquista. Abraça Geraldo ao fim, sem perceber o aprisionamento.
Físico: Olhos fundos, pele pálida demais
Papel: Entronizada num trono de nuvens cor-de-rosa, aceita o ISS, assiste às apresentações dos turistas e vai ficando progressivamente apática e imóvel. Cada vez menos criança, cada vez mais deusa inerte.
Físico: Cresceu alguns centímetros, vestido do primeiro dia agora sujo de luz seca e poeira, voz às vezes rouca, unhas pintadas de preto
Papel: Confronta Geraldo com arma, atira cinco vezes sem resultado. Destrói o coelho de pelúcia em raiva e chora ao perceber o que fez. Tenta acordar e falha. Aceita o aprisionamento definitivamente. Cria coelho substituto sem voz. Sorri "sem ser criança" pela primeira vez.
Físico: Quase catorze anos, vestido rasgado roçando o chão, olhos que não piscam direito
Papel: Quase cede ao apelo de Tomaz, chora memórias reais — e então apaga todos os rebeldes com toques individuais. Percebe que gostou. Progressivamente perde a capacidade de sentir. Destrói o segundo coelho sem emoção. Decreta "a última regra."
Físico: Olhos abertos, sorriso congelado, corpo que não envelhecia mais
Papel: Reduzida a estátua viva após a regra final. Esqueceu o próprio nome, que já foi criança, que já chorou, que já teve medo. Não sente mais nada diretamente — as emoções são mediadas pelo coração mecânico de Geraldo. Existe apenas como infraestrutura do sistema.
Físico: Aproximadamente dez anos, olhos grandes, castanhos, cansados, olheira roxa "que parecia tinta permanente", dedos sujos de azul e rosa neon
Papel: Dona do mundo mental em que Geraldo desperta. Segura tablet rachado com tela soltando fios de luz. Inicialmente ignora Geraldo, depois o confronta com as regras do seu mundo. Aceita sua companhia ao fim, estendendo a mão. Não sabe das intenções reais dele.
Papel: Aos poucos aceita as intervenções de Geraldo. Prova cerveja, cria seu primeiro adulto (garçom), suprime memórias hospitalares na caixa preta e por fim esquece o próprio nome — celebrando cada perda como conquista. Abraça Geraldo ao fim, sem perceber o aprisionamento.
Físico: Olhos fundos, pele pálida demais
Papel: Entronizada num trono de nuvens cor-de-rosa, aceita o ISS, assiste às apresentações dos turistas e vai ficando progressivamente apática e imóvel. Cada vez menos criança, cada vez mais deusa inerte.
Físico: Cresceu alguns centímetros, vestido do primeiro dia agora sujo de luz seca e poeira, voz às vezes rouca, unhas pintadas de preto
Papel: Confronta Geraldo com arma, atira cinco vezes sem resultado. Destrói o coelho de pelúcia em raiva e chora ao perceber o que fez. Tenta acordar e falha. Aceita o aprisionamento definitivamente. Cria coelho substituto sem voz. Sorri "sem ser criança" pela primeira vez.
Físico: Quase catorze anos, vestido rasgado roçando o chão, olhos que não piscam direito
Papel: Quase cede ao apelo de Tomaz, chora memórias reais — e então apaga todos os rebeldes com toques individuais. Percebe que gostou. Progressivamente perde a capacidade de sentir. Destrói o segundo coelho sem emoção. Decreta "a última regra."
Físico: Olhos abertos, sorriso congelado, corpo que não envelhecia mais
Papel: Reduzida a estátua viva após a regra final. Esqueceu o próprio nome, que já foi criança, que já chorou, que já teve medo. Não sente mais nada diretamente — as emoções são mediadas pelo coração mecânico de Geraldo. Existe apenas como infraestrutura do sistema.
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