{"id":1018,"date":"2026-02-23T00:15:00","date_gmt":"2026-02-23T03:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ziev.com.br\/gpjota\/?post_type=capitulo&#038;p=1018"},"modified":"2026-03-04T22:10:33","modified_gmt":"2026-03-05T01:10:33","slug":"gravata-ao-vento","status":"publish","type":"capitulo","link":"https:\/\/ziev.com.br\/gpjota\/livro\/dias-apos-um-fim\/capitulo\/gravata-ao-vento\/","title":{"rendered":"Gravata ao Vento"},"content":{"rendered":"\n<p>Jota larga na frente do pelot\u00e3o, terno preto impec\u00e1vel, gravata azul-escura batendo contra o peito como bandeira. O asfalto passa r\u00e1pido sob os pneus finos, pernas girando com for\u00e7a, pulm\u00f5es queimando no ritmo da cad\u00eancia. Ele \u00e9 o coelho da prova, o que dita o ritmo, o que puxa o grupo at\u00e9 o limite, o que deve tentar quebrar os outros antes que ele quebre.<\/p>\n\n\n\n<p>O vento corta a cara, abre o palet\u00f3, faz a camisa branca colar no corpo suado. Debaixo dela, a camiseta regata vinho sufoca, abafada, grudada na pele como segunda camada que ningu\u00e9m v\u00ea. Ele sente o peso dela ali, escondida, apertando. No bolso do palet\u00f3, o isqueiro amarelo bate contra o peito a cada pedalada \u2014 peso morto, sem fun\u00e7\u00e3o, mas presente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele pedala mais forte. Os ombros sobem e descem, o clip dos sapatos sociais estalando nos pedais emprestados, som met\u00e1lico e desconfort\u00e1vel que ecoa a cada movimento. Atr\u00e1s, o grupo segue grudado, rostos vermelhos, bocas abertas sugando ar, rodas cantando no asfalto. Jota sente o peso deles na nuca, como se puxasse uma corrente invis\u00edvel amarrada nas costas.<\/p>\n\n\n\n<p>Acelera de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os m\u00fasculos das coxas gritam. A gravata vira chicote, bate no pesco\u00e7o, incomoda, sufoca. Ele n\u00e3o para para ajeitar. N\u00e3o pode. Precisa abrir dist\u00e2ncia, precisa que doa nos outros mais do que d\u00f3i nele. Precisa provar que est\u00e1 no comando, que o ritmo \u00e9 dele, que a lideran\u00e7a n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 posi\u00e7\u00e3o mas dom\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<p>Curva fechada \u00e0 direita.<\/p>\n\n\n\n<p>Inclina o corpo, joelho quase raspando o ch\u00e3o, pneu cantando na borda do asfalto. Quase perde a linha. Recupera. E no meio da curva, v\u00ea: um Gol Bolinha cinza estacionado na cal\u00e7ada. Duas portas, lataria fosca, placa dele \u2014 tem certeza, conhece cada n\u00famero de cor. Pelo vidro emba\u00e7ado, v\u00ea o caderno marrom no painel. Parado. Esperando.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas n\u00e3o h\u00e1 tempo pra confirmar. A bicicleta j\u00e1 passou, j\u00e1 virou, j\u00e1 segue.<\/p>\n\n\n\n<p>O mundo dele est\u00e1 parado ali, estacionado, esperando.<\/p>\n\n\n\n<p>E ele est\u00e1 aqui, pedalando de terno, sufocando, tentando provar algo que n\u00e3o sabe mais o qu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>A subida come\u00e7a logo depois da curva. Inclina\u00e7\u00e3o suave mas constante, daquelas que queimam as pernas devagar, que n\u00e3o machucam de imediato mas v\u00e3o acumulando \u00e1cido l\u00e1tico at\u00e9 as coxas virarem pedra. Jota levanta do selim, pedala em p\u00e9, joga o peso do corpo sobre os pedais. O palet\u00f3 abre, a gravata bate no rosto, o suor escorre pela testa e entra nos olhos, arde.<\/p>\n\n\n\n<p>Um ciclista amador passa por ele na subida.<\/p>\n\n\n\n<p>Calmo. Tranquilo. Pernas frescas. Bermuda de lycra, camiseta t\u00e9cnica, mochila laranja enorme nas costas \u2014 a dele? Id\u00eantica. Mas como? \u2014 balan\u00e7ando de leve. Sem terno. Sem gravata. Sem peso social. O cara nem olha pra Jota, s\u00f3 passa, respira fundo, continua subindo.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota aperta os dentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenta acompanhar. Empurra mais for\u00e7a nas pernas. A bicicleta avan\u00e7a, mas devagar, pesada, como se o ar tivesse virado mel. O amador some l\u00e1 na frente, desaparece na curva seguinte, levando a mochila laranja \u2014 a dele, n\u00e3o a dele, imposs\u00edvel saber \u2014 pra longe.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota continua sozinho. Liderando. Puxando. Mas sem acelerar de verdade.<\/p>\n\n\n\n<p>Olha r\u00e1pido para tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p>O pelot\u00e3o ainda est\u00e1 ali. Colado. Grudado. Como sombra que n\u00e3o desgruda, como d\u00edvida que n\u00e3o se paga. Rostos vermelhos, m\u00fasculos tensos, mas ningu\u00e9m cede. Ningu\u00e9m quebra. Ningu\u00e9m desiste.<\/p>\n\n\n\n<p>E no meio do grupo, Rand Oliveira.<\/p>\n\n\n\n<p>Macac\u00e3o azul. Pedalando calmo, olhos fixos em Jota. Sem esfor\u00e7o aparente. Sem suor. S\u00f3 ali. Observando. Testemunhando.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota pisca. Olha de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>Rand continua l\u00e1. Silencioso. Presente.<\/p>\n\n\n\n<p>E ele percebe, com clareza gelada que corta mais fundo que o vento:<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o importa o quanto ele pedale, n\u00e3o importa quanto doa, n\u00e3o importa quanto force o ritmo n\u00e3o quebra porque o pelot\u00e3o n\u00e3o quer quebrar eles seguem porque \u00e9 seguro seguir porque ele est\u00e1 na frente levando o vento abrindo o arrasto sofrendo sozinho enquanto eles economizam energia grudados na roda dele.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele est\u00e1 puxando o grupo inteiro com as pr\u00f3prias costas.<\/p>\n\n\n\n<p>E o grupo n\u00e3o agradece. S\u00f3 espera o momento certo pra ultrapassar.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota engole seco. O ar quente queima a garganta. A gravata aperta o pesco\u00e7o como m\u00e3o de carrasco. O terno gruda na pele, cada fibra do tecido lembrando que aquela roupa n\u00e3o foi feita pra isso. N\u00e3o foi feita pra esfor\u00e7o. N\u00e3o foi feita pra liderar. Foi feita pra reuni\u00f5es, pra cumprimentos formais, pra fingir controle enquanto o mundo desmorona por dentro.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ele continua pedalando.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque parar agora seria admitir. Seria aceitar que n\u00e3o basta. Seria olhar pra tr\u00e1s e ver todos passando, um por um, enquanto ele fica ali, parado, de terno amassado e gravata torta, assistindo a lideran\u00e7a evaporar.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrada segue reta agora. Longa demais. Horizonte que n\u00e3o chega nunca. O asfalto estica como provoca\u00e7\u00e3o, como zombaria silenciosa. Jota respira fundo, engole o ar quente, aperta o guid\u00e3o at\u00e9 os dedos ficarem brancos, unhas cravando nas palmas das m\u00e3os mesmo atrav\u00e9s da fita de guid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Pedala.<\/p>\n\n\n\n<p>Pedala mais.<\/p>\n\n\n\n<p>As pernas n\u00e3o respondem como antes. Os m\u00fasculos tremem, amea\u00e7am ceder. O cora\u00e7\u00e3o explode no peito, batidas irregulares, descompassadas, como se tamb\u00e9m estivesse cansado de tentar. O suor escorre pelas costas, encharca a camisa branca, mancha o palet\u00f3 preto. A camiseta regata vinho debaixo cola na pele como mortalha.<\/p>\n\n\n\n<p>E a gravata continua batendo.<\/p>\n\n\n\n<p>Chicote. Bandeira. Peso morto. S\u00edmbolo de algo que ele n\u00e3o consegue mais nomear.<\/p>\n\n\n\n<p>A vis\u00e3o escurece nas bordas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontos pretos dan\u00e7ando nos cantos dos olhos. As m\u00e3os afrouxam no guid\u00e3o. Por um segundo \u2014 um segundo eterno \u2014 ele vai cair. Vai quebrar. Vai acabar.<\/p>\n\n\n\n<p>O guid\u00e3o oscila.<\/p>\n\n\n\n<p>A bicicleta balan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota prende a respira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>E aperta de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>Aperta at\u00e9 os dedos doerem. At\u00e9 as unhas furarem a pele. At\u00e9 o sangue voltar aos m\u00fasculos dormentes.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o cai.<\/p>\n\n\n\n<p>Escolhe n\u00e3o cair.<\/p>\n\n\n\n<p>Pedala de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota olha pra frente. S\u00f3 asfalto. S\u00f3 vento. S\u00f3 esfor\u00e7o que n\u00e3o se traduz em resultado.<\/p>\n\n\n\n<p>Olha pra tr\u00e1s de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>O pelot\u00e3o continua l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o mais perto. N\u00e3o mais longe. Exatamente na mesma dist\u00e2ncia. Como se houvesse uma corda el\u00e1stica invis\u00edvel conectando ele ao grupo, esticando mas nunca rompendo. Ele acelera, a corda estica. Ele desacelera, a corda encurta. Mas nunca rompe.<\/p>\n\n\n\n<p>Nunca liberta.<\/p>\n\n\n\n<p>Rand continua l\u00e1. E agora outros rostos conhecidos aparecem no pelot\u00e3o \u2014 pessoas que passaram por sua vida. Pedalando. Observando. Sabendo.<\/p>\n\n\n\n<p>A percep\u00e7\u00e3o bate como soco:<\/p>\n\n\n\n<p>Ele est\u00e1 liderando, sim.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas sendo usado ao mesmo tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Puxado pra frente n\u00e3o por m\u00e9rito, mas por fun\u00e7\u00e3o. O sacrif\u00edcio necess\u00e1rio. O que vai na frente pra levar o vento, pra abrir caminho, pra quebrar primeiro enquanto os outros se preparam pra atacar.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota sente a garganta fechar.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o de cansa\u00e7o. De raiva. De frustra\u00e7\u00e3o. De aceita\u00e7\u00e3o amarga de que n\u00e3o importa quanto ele force, quanto ele tente, quanto ele doe \u2014 o papel dele j\u00e1 est\u00e1 definido.<\/p>\n\n\n\n<p>Liderar at\u00e9 quebrar.<\/p>\n\n\n\n<p>E quando quebrar, ser ultrapassado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele continua pedalando.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque n\u00e3o sabe fazer outra coisa. Porque parar \u00e9 pior. Porque desistir seria confirmar que nunca foi l\u00edder de verdade, s\u00f3 um coelho mec\u00e2nico que corria na frente enquanto os outros economizavam energia pra gl\u00f3ria final.<\/p>\n\n\n\n<p>A gravata bate de novo. Mais forte. Como se tivesse vida pr\u00f3pria. Como se quisesse sufocar.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota puxa com a m\u00e3o direita, afrouxa o n\u00f3, mas n\u00e3o tira. N\u00e3o pode tirar. Tirar seria admitir que a roupa estava errada desde o in\u00edcio. Que ele estava errado desde o in\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o deixa a gravata onde est\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Batendo. Chicoteando. Sufocando.<\/p>\n\n\n\n<p>E pedala.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrada n\u00e3o acaba. O pelot\u00e3o n\u00e3o quebra. Aumenta a quantidade de pessoas. O esfor\u00e7o n\u00e3o basta.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ele continua na frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Sozinho na lideran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Correndo contra si mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>O Gol est\u00e1 l\u00e1 atr\u00e1s. Quil\u00f4metros atr\u00e1s. Estacionado. Caderno marrom no painel. Camiseta regata vinho escondida debaixo da camisa social. Isqueiro amarelo sem fun\u00e7\u00e3o no bolso do palet\u00f3. E agora passa por outros carros \u2014 todos que j\u00e1 teve, todas as vers\u00f5es de si mesmo estacionadas na beira da estrada.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo parado. Esperando. Tudo passando.<\/p>\n\n\n\n<p>E ele pedalando pra longe. Vestido de terno e gravata. Afastando-se da pr\u00f3pria identidade a cada pedalada.<\/p>\n\n\n\n<p>A gravata se solta.<\/p>\n\n\n\n<p>Cai.<\/p>\n\n\n\n<p>Fica pra tr\u00e1s, no asfalto, como bandeira abandonada.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota nem olha.<\/p>\n\n\n\n<p>Continua pedalando.<\/p>\n\n\n\n<p>Pedalando at\u00e9 o corpo ceder ou a mente aceitar que liderar, \u00e0s vezes, \u00e9 s\u00f3 uma forma mais digna de se sacrificar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jota larga na frente do pelot\u00e3o, terno preto impec\u00e1vel, gravata azul-escura batendo contra o peito como bandeira. 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