{"id":1020,"date":"2026-02-25T00:15:00","date_gmt":"2026-02-25T03:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ziev.com.br\/gpjota\/?post_type=capitulo&#038;p=1020"},"modified":"2026-03-04T22:11:58","modified_gmt":"2026-03-05T01:11:58","slug":"foto-sem-barba","status":"publish","type":"capitulo","link":"https:\/\/ziev.com.br\/gpjota\/livro\/dias-apos-um-fim\/capitulo\/foto-sem-barba\/","title":{"rendered":"Foto sem Barba"},"content":{"rendered":"\n<p>Jota rola o feed no escuro do quarto, camiseta regata vinho amassada no corpo, luz fria do celular iluminando o rosto. A mochila laranja est\u00e1 jogada no canto, caderno marrom fechado na mesa de cabeceira, isqueiro amarelo ao lado, caneta em cima como quem parou no meio de algo e esqueceu. T\u00eanis surrados jogados no ch\u00e3o, cadar\u00e7o direito solto como sempre. Tr\u00eas da manh\u00e3. Ins\u00f4nia de sempre. Ele desce pelo Instagram sem pensar muito, s\u00f3 deslizando o dedo, vendo story de gente que mal conhece, propaganda de coisa que n\u00e3o precisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Chega no perfil da m\u00e3e e para.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma foto antiga dele, postada h\u00e1 duas horas. Rosto sem barba, pele lisa, cabelo cheio caindo na testa, sorriso aberto que ele quase n\u00e3o reconhece mais. Camisa branca simples, luz natural batendo de lado, fundo desfocado. Deve ter uns vinte e cinco anos essa foto. Talvez mais. A legenda \u00e9 s\u00f3 um cora\u00e7\u00e3o vermelho.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele amplia a imagem. Passa o dedo sobre o pr\u00f3prio rosto antigo. Quem era esse cara? O que ele pensava? O que ele queria?<\/p>\n\n\n\n<p>Desce at\u00e9 os coment\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>E a\u00ed v\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome que faz o peito apertar: Satogos Cruel.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;De onde a senhora conhece esse gato???&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Satogos Cruel. Eles se conheceram h\u00e1 dez anos, trocaram algumas palavras, olhares, mas nunca passou disso. E agora ela t\u00e1 ali, comentando na foto dele \u2014 uma foto de antes, de muito antes, de quando ele tinha dezenove e ela ainda nem existia na vida dele.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota l\u00ea uma vez. Duas. Tr\u00eas. O cora\u00e7\u00e3o come\u00e7a a bater mais r\u00e1pido, sangue subindo quente at\u00e9 as orelhas. Ele segura o celular com as duas m\u00e3os agora, como se a tela fosse escorregar.<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta da m\u00e3e j\u00e1 est\u00e1 l\u00e1, postada h\u00e1 uma hora:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esse a\u00ed \u00e9 meu filho mais bonito, \u00f3bvio \ud83d\ude02\ud83d\ude02\ud83d\ude02\u2764\ufe0f&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O sorriso cresce devagar, sem querer, at\u00e9 doer as bochechas. Jota l\u00ea de novo. E de novo. E mais uma vez. Filho mais bonito. Ela diz isso de todos os filhos. Mas hoje \u00e9 comigo. Satogos Cruel perguntou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 que ela lembra dele? Do encontro h\u00e1 dez anos, da conversa r\u00e1pida, do olhar que trocaram e nunca virou nada? Ou ser\u00e1 que apagou completamente, e agora est\u00e1 ali perguntando pra m\u00e3e dele sem a menor ideia de que aquele menino sem barba da foto cresceu, encheu, deixou a barba brotar e virou o homem que ela cruzou uma vez na vida?<\/p>\n\n\n\n<p>Elas n\u00e3o s\u00e3o amigas no Instagram. N\u00e3o se seguem. Ent\u00e3o como a foto apareceu pra ela? Algoritmo? Acaso? Ou ela foi procurar? E se foi procurar&#8230; por qu\u00ea? Ser\u00e1 que lembra? Ser\u00e1 que conectou os pontos \u2014 a m\u00e3e, o sobrenome, aquele encontro de dez anos atr\u00e1s que mal durou cinco minutos mas que pra ele nunca saiu da cabe\u00e7a?<\/p>\n\n\n\n<p>Ou ser\u00e1 que realmente n\u00e3o faz ideia, e s\u00f3 achou bonito um desconhecido numa foto antiga?<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o tem como saber.<\/p>\n\n\n\n<p>E talvez seja melhor assim.<\/p>\n\n\n\n<p>O cora\u00e7\u00e3o bate t\u00e3o alto que parece que vai acordar a casa inteira.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele levanta da cama, vai at\u00e9 a janela. L\u00e1 fora, o Gol Bolinha cinza estacionado sob o poste, lataria brilhando fraco na luz amarela da rua. Mundo parado. Silencioso. Curitiba dormindo.<\/p>\n\n\n\n<p>E ele aqui dentro, segurando um celular, rememorando.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando foi que tirou essa foto? N\u00e3o lembra exatamente. Lembra que tinha menos peso. Menos cicatriz. Menos hist\u00f3ria. O cabelo era cheio, ondulado, ca\u00eda nos olhos e ele vivia empurrando pra tr\u00e1s. A barba? Aos dezenove nem pensava nisso \u2014 n\u00e3o crescia direito, falhava, desistia no meio. Aos trinta e poucos, quando conheceu Satogos, ainda era rala, irregular. Hoje, aos quarenta e quatro, \u00e9 cheia, protuberante, com fios grisalhos nas laterais que ele aprendeu a aceitar como escudo, como m\u00e1scara, como parte da identidade que construiu depois.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem \u00e9 o Jota de agora?<\/p>\n\n\n\n<p>1,83m, 110kg, barba cheia marcando o rosto, cabelo curto, olhos cansados de quem j\u00e1 viu demais. Camiseta regata vinho que vive suada, Gol Bolinha que range nas curvas, mochila laranja que carrega caderno e mem\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>E quem era o Jota da foto?<\/p>\n\n\n\n<p>Magro. Liso. Aberto. Sorrindo como se o mundo fosse lugar seguro.<\/p>\n\n\n\n<p>Qual dos dois ela gostaria mais?<\/p>\n\n\n\n<p>A pergunta bate com for\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela achou AQUELE cara bonito. N\u00e3o esse. O de vinte e cinco anos atr\u00e1s, sem barba, sem peso, sem cansa\u00e7o nos olhos. Ser\u00e1 que acharia o de agora bonito tamb\u00e9m? Barba e tudo? 110 quilos e tudo? Experi\u00eancia nos olhos e tudo?<\/p>\n\n\n\n<p>Ou ser\u00e1 que a magia est\u00e1 exatamente a\u00ed \u2014 na foto antiga, na vers\u00e3o que n\u00e3o existe mais, no menino que ela nunca vai conhecer de verdade porque ele j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais aquele?<\/p>\n\n\n\n<p>Outro coment\u00e1rio aparece logo abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p>Satogos Cruel de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;kkkkk que lindo esse menino&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Jota l\u00ea. Rel\u00ea. Sente o calor subir do est\u00f4mago at\u00e9 a garganta. Os dedos pairam sobre o teclado. Come\u00e7am a digitar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;kkkkk sou eu mesmo&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Para. Apaga.<\/p>\n\n\n\n<p>Muito direto. Muito \u00f3bvio. Vai parecer desesperado.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenta de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;mainha exagerou n\u00e9 kkkk mas obrigado&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Para. Apaga.<\/p>\n\n\n\n<p>Pior ainda. Falsa mod\u00e9stia. Ela vai achar for\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenta mais uma vez.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;obrigado&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 isso. Simples. Sincero.<\/p>\n\n\n\n<p>Para. Apaga.<\/p>\n\n\n\n<p>Simples demais. Seco. Vai parecer que n\u00e3o ligou.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota joga o celular no colch\u00e3o, passa as m\u00e3os no rosto. Por que \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil responder uma coisa boa? Por que felicidade vem com essa ansiedade colada, esse medo de estragar, de falar errado, de transformar um momento perfeito em constrangimento?<\/p>\n\n\n\n<p>Ele pega o celular de novo. Volta pra foto. Aumenta. Olha o pr\u00f3prio rosto sem barba, o cabelo cheio, o sorriso aberto.<\/p>\n\n\n\n<p>Satogos Cruel achou aquele cara bonito.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o o de agora. O de antes.<\/p>\n\n\n\n<p>E se ela soubesse? E se visse ele barbudo, pesado, cansado? Ser\u00e1 que ainda acharia bonito? Ou ser\u00e1 que o encanto quebraria na hora, como espelho caindo?<\/p>\n\n\n\n<p>Jota deita de costas, celular no peito, olhos abertos no escuro. A mochila laranja continua no canto. O caderno marrom continua fechado. O isqueiro amarelo continua na mesa. L\u00e1 fora, o Gol Bolinha continua estacionado. Tudo parado. Tudo esperando.<\/p>\n\n\n\n<p>Menos o cora\u00e7\u00e3o dele, que continua batendo acelerado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele volta pro Instagram. L\u00ea os coment\u00e1rios de novo. A pergunta dela. A resposta da m\u00e3e. O segundo coment\u00e1rio. Tudo ainda l\u00e1, s\u00f3lido, real, n\u00e3o foi sonho.<\/p>\n\n\n\n<p>Satogos Cruel achou ele bonito.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem importa qual vers\u00e3o dele. Nem importa se foi o de antes ou se seria o de agora. Importa que ela perguntou. Que ela quis saber. Que o nome dele passou pela cabe\u00e7a dela, mesmo sem saber que era ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota digita de novo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;esse menino a\u00ed cresceu mas continua por aqui&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Olha a frase. Gosta. Quase manda.<\/p>\n\n\n\n<p>Apaga.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. Ainda n\u00e3o. Deixa a felicidade durar mais um pouco. Deixa o momento respirar. Deixa a pergunta dela ecoar sem resposta imediata, porque \u00e0s vezes a melhor parte n\u00e3o \u00e9 a resposta, \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de ser visto, de ser notado, de ser achado bonito por algu\u00e9m que voc\u00ea acha a mulher mais linda do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele fecha o Instagram. N\u00e3o apaga a mensagem dela. S\u00f3 fecha. Guarda. Deixa ali, pulsando, viva, esperando.<\/p>\n\n\n\n<p>Coloca o celular na mesa de cabeceira, ao lado do caderno marrom, da caneta e do isqueiro amarelo. A tela apaga. O quarto volta ao escuro completo. S\u00f3 o som da respira\u00e7\u00e3o dele e o sil\u00eancio da madrugada curitibana l\u00e1 fora.<\/p>\n\n\n\n<p>O sorriso n\u00e3o sai.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem quer que saia.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota vira de lado, puxa o len\u00e7ol at\u00e9 o ombro, fecha os olhos. E mesmo sem ver, ainda sente a luz fria do celular iluminando aquele rosto antigo, aquele cabelo cheio, aquele sorriso aberto.<\/p>\n\n\n\n<p>E sente tamb\u00e9m o nome dela, escrito em letras pequenas embaixo da foto, perguntando, querendo saber, achando bonito.<\/p>\n\n\n\n<p>Dorme sorrindo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>08h47.<\/p>\n\n\n\n<p>Acordou com o sol batendo na cara, suor grudando a camiseta regata vinho nas costas. Pegou o celular. Bateria em 23%. Abriu o Instagram.<\/p>\n\n\n\n<p>O coment\u00e1rio dela ainda l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;kkkkk que lindo esse menino&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Releu. O cora\u00e7\u00e3o acelerou de novo. Mas n\u00e3o era mais tr\u00eas da manh\u00e3. Era dia. Luz clara entrando pela janela. Curitiba acordada. O Gol Bolinha ainda l\u00e1 embaixo, esperando.<\/p>\n\n\n\n<p>Digitou a resposta no coment\u00e1rio, sem pensar muito.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;cresci mas ainda t\u00f4 por aqui&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Olhou. Respirou fundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Postou.<\/p>\n\n\n\n<p>A notifica\u00e7\u00e3o de mensagem direta apareceu quase na hora.<\/p>\n\n\n\n<p>Satogos Cruel.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota largou o celular na cama como se queimasse. Levantou. Foi at\u00e9 a janela. Olhou pra rua. Voltou. Pegou o celular.<\/p>\n\n\n\n<p>Abriu o DM.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;kkkkk para. voc\u00ea????? serio??????&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele sorriu.<\/p>\n\n\n\n<p>Digitou no DM:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;s\u00e9rio&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Mandou.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas pontinhos apareceram.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela t\u00e1 digitando.<\/p>\n\n\n\n<p>E ent\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;caralho que plot twist tipo voc\u00ea t\u00e1 MUITO diferente mas continua lindo&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Jota leu.<\/p>\n\n\n\n<p>Releu.<\/p>\n\n\n\n<p>Releu mais uma vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Continua lindo.<\/p>\n\n\n\n<p>CONTINUA.<\/p>\n\n\n\n<p>Presente. N\u00e3o passado.<\/p>\n\n\n\n<p>O barbudo. O pesado. O cansado.<\/p>\n\n\n\n<p>Continua.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele sentou na beirada da cama, celular nas m\u00e3os, sorriso aberto que nem tentou esconder.<\/p>\n\n\n\n<p>Digitou:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;obrigado&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Mandou.<\/p>\n\n\n\n<p>Simples. Sincero. Suficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>E dessa vez, n\u00e3o apagou.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Porque \u00e0s vezes felicidade \u00e9 isso: n\u00e3o a resposta que voc\u00ea d\u00e1, mas a pergunta que fazem sobre voc\u00ea quando acham que voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 ouvindo.<\/p>\n\n\n\n<p>E descobrir que, mesmo sem barba, mesmo com barba, mesmo com vinte e cinco anos a mais e quarenta quilos a mais, voc\u00ea ainda \u00e9 o filho mais bonito da m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>E que algu\u00e9m que voc\u00ea admira de longe h\u00e1 tanto tempo acha que voc\u00ea continua lindo.<\/p>\n\n\n\n<p>Continua.<\/p>\n\n\n\n<p>E isso, por enquanto, \u00e9 tudo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jota rola o feed no escuro do quarto, camiseta regata vinho amassada no corpo, luz fria do celular iluminando o rosto. 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