{"id":835,"date":"2026-01-23T00:15:00","date_gmt":"2026-01-23T03:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ziev.com.br\/gpjota\/?post_type=capitulo&#038;p=835"},"modified":"2026-03-06T02:36:23","modified_gmt":"2026-03-06T05:36:23","slug":"quatro-cachorros-e-uma-fuga","status":"publish","type":"capitulo","link":"https:\/\/ziev.com.br\/gpjota\/livro\/dias-apos-um-fim\/capitulo\/quatro-cachorros-e-uma-fuga\/","title":{"rendered":"Quatro Cachorros e uma Fuga"},"content":{"rendered":"\n<p>A casa que Pop\u00f3 alugou pra virar centro de treinamento parecia grande demais para a quantidade de m\u00f3veis e pequena demais para quatro cachorros circulando entre as pernas da gente. Paredes brancas descascando, cheiro de ra\u00e7\u00e3o misturado com madeira \u00famida, pelo molhado de cachorro que tomou banho e secou mal. Ar parado de lugar que n\u00e3o abre janela h\u00e1 dias. Suor velho grudado nas paredes.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota estava encostado no batente da porta da cozinha, mochila jogada no ch\u00e3o ao lado, caderno aberto na m\u00e3o esquerda. Tinha acabado de anotar algo quando fechou o caderno com um estalo seco e enfiou de volta na mochila.<\/p>\n\n\n\n<p>No bolso da cal\u00e7a pegou o isqueiro amarelo e girou entre os dedos. Acende. Apaga. Acende. Apaga. O tic atacou de repente \u2014 involunt\u00e1rio, f\u00edsico, estranho. Jota franziu a testa. Nunca tinha sentido aquilo antes. Como se o corpo soubesse de algo que a cabe\u00e7a ainda n\u00e3o tinha percebido.<\/p>\n\n\n\n<p>Pop\u00f3 estava no centro da sala, agachado, voz baixa e firme como professor de ioga que acabou de descobrir o segredo da exist\u00eancia. Os cachorros obedeciam cada gesto dele como se fosse lei divina. Senta. Deita. Fica. Um dogue alem\u00e3o preto, puro m\u00fasculo e sombra, grudava os olhos nele com devo\u00e7\u00e3o absoluta. Os outros tr\u00eas \u2014 um schnauzer grisalho de barba dura, um golden retriever dourado de pelagem brilhante e um vira-lata caramelo \u2014 circulavam perto, atentos, esperando a vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota observava de longe, bra\u00e7os cruzados, camiseta colada no corpo de suor. Pop\u00f3 deu o \u00faltimo comando:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Agora relaxem. Deitem. Quietos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os quatro cachorros obedeceram. O dogue alem\u00e3o deitou ao lado de Pop\u00f3, focado. Os outros tr\u00eas se espalharam pela sala, farejando o ch\u00e3o com aquele barulho molhado de focinho colado na madeira.<\/p>\n\n\n\n<p>E ent\u00e3o Pop\u00f3 fechou os olhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Respira\u00e7\u00e3o lenta. Profunda. Ritmada. Como se tivesse desligado do mundo. Entrou num estado diferente \u2014 zen total, ausente, imerso em algo que Jota n\u00e3o conseguia nomear. Raro pra ele, irm\u00e3o mais novo que sempre foi o apressado. Mas ali, de olhos fechados entre os cachorros, parecia em transe completo.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota, normalmente o paciente dos dois, o que esperava as coisas acontecerem, sentia algo diferente. Uma urg\u00eancia estranha. Quase f\u00edsica.<\/p>\n\n\n\n<p>E a necessidade de sair dali naquele momento, mais do que nunca, aumentava a cada segundo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sabia bem por qu\u00ea. S\u00f3 sabia. Como se a casa n\u00e3o fosse s\u00f3 uma casa mas um lugar do qual ele precisava escapar antes que algo acontecesse. Ou antes que nada acontecesse, o que \u00e0s vezes era pior.<\/p>\n\n\n\n<p>Respirou fundo, soltou o isqueiro no bolso e deu um passo \u00e0 frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas cachorros menores \u2014 vira-lata, schnauzer e golden \u2014 estavam soltos, ociosos, farejando o ch\u00e3o. O dogue alem\u00e3o continuava ao lado de Pop\u00f3, im\u00f3vel.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Aqui.<\/p>\n\n\n\n<p>A voz saiu mais cortante do que pretendia. O vira-lata caramelo olhou pra ele. O schnauzer continuou farejando a quina da parede. O golden retriever olhou pra Pop\u00f3, depois pra Jota, indeciso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Aqui. Senta.<\/p>\n\n\n\n<p>Dois obedeceram. O golden hesitou, orelhas pra tr\u00e1s, rabo meio solto, claramente pensando &#8220;esse a\u00ed n\u00e3o convence ningu\u00e9m&#8221;. Jota estralou os dedos, repetiu o comando com mais firmeza. O bicho sentou. Meia obedi\u00eancia j\u00e1 servia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele acelerou. Fica. Deita. Vem. Os tr\u00eas respondiam com atraso, mas respondiam. Pop\u00f3 continuava de olhos fechados, imerso no pr\u00f3prio mundo, respira\u00e7\u00e3o profunda e ritmada. Jota aproveitou.<\/p>\n\n\n\n<p>Deu um passo pra tr\u00e1s. Outro. Virou e correu.<\/p>\n\n\n\n<p>O corredor era mais longo do que parecia. Seus t\u00eanis surrados batiam no piso frio com som abafado \u2014 tum-tum-tum-tum \u2014 cadar\u00e7o direito solto balan\u00e7ando a cada passada. Ded\u00e3o esquerdo aparecendo pelo buraco gasto, frio entrando direto na pele como agulha. A mochila pulava nas costas, batendo nas omoplatas.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro latido veio imediato.<\/p>\n\n\n\n<p>O dogue alem\u00e3o. Claro. O primeiro treinado, o melhor, o mais leal. O transe de Pop\u00f3 quebrou com o som \u2014 Jota ouviu a respira\u00e7\u00e3o do irm\u00e3o falhar, confusa, como quem acorda assustado. Patas pesadas esmagaram o ch\u00e3o \u2014 TAC-TAC-TAC-TAC \u2014 unhas arranhando o piso de madeira. Jota n\u00e3o olhou pra tr\u00e1s. Atravessou a sala, empurrou a porta dos fundos com o ombro e disparou pro quintal.<\/p>\n\n\n\n<p>O ar gelado de Curitiba entrou queimando nos pulm\u00f5es. Gosto de ferro na boca. O quintal era grande, cercado por muro alto coberto de hera, port\u00e3o de ferro trancado do outro lado. Pilhas de caixas velhas encostadas na parede, um tanque de \u00e1gua enferrujado no canto, tr\u00eas metros acima do ch\u00e3o, sustentado por estrutura de ferro que parecia ter sobrevivido a duas guerras mundiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota correu direto pra l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Subiu nas caixas \u2014 madeira podre cedendo embaixo do peso \u2014 agarrou a borda do tanque, puxou o corpo com for\u00e7a. 110 quilos n\u00e3o sobem f\u00e1cil, mas adrenalina ajuda. Conseguiu. Ficou ali em cima, ofegante, suado, regata encharcada grudando na pele como segunda camada, al\u00e7as da mochila torcidas nas costas.<\/p>\n\n\n\n<p>Embaixo, o dogue alem\u00e3o parou. Latiu uma vez, seco, preciso. Logo os outros tr\u00eas aparecem: o vira-lata caramelo chega correndo como se tivesse acabado de lembrar que tinha trabalho a fazer, o schnauzer vem trotando com barba tremendo, e o golden retriever chega por \u00faltimo, l\u00edngua de fora, quase desculpando-se por existir.<\/p>\n\n\n\n<p>Cercam o tanque. Rosnados baixos. Bafo quente de cachorro subindo at\u00e9 Jota, cheiro de ra\u00e7\u00e3o e saliva.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota fica ali em cima, tentando pensar no pr\u00f3ximo movimento.<\/p>\n\n\n\n<p>E ent\u00e3o um gato cinza atravessa o quintal.<\/p>\n\n\n\n<p>Os quatro cachorros viram ao mesmo tempo, como se fossem um s\u00f3 organismo. Instinto sobrep\u00f5e treinamento. O dogue alem\u00e3o dispara primeiro, seguido pelos outros tr\u00eas. Latidos se misturam com miados desesperados. O gato sobe na cerca do vizinho em dois pulos e desaparece. Os cachorros ficam embaixo, latindo pro nada, frustrados, esquecidos de Jota.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele desce r\u00e1pido pelo lado oposto do tanque enquanto os quatro ainda latem pra cerca do vizinho. P\u00e9s no ch\u00e3o silencioso. A mochila quase escapa do ombro, ele ajusta. Olha pro port\u00e3o de ferro. Trancado. Mas tem uma brecha na cerca, do lado esquerdo, onde a madeira apodreceu e deixou espa\u00e7o suficiente pra um corpo grande passar se tiver vontade.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota tem vontade.<\/p>\n\n\n\n<p>Corre. Quinze metros. Dez. Cinco metros.<\/p>\n\n\n\n<p>O dogue alem\u00e3o percebe. Late. Os outros viram. V\u00eam atr\u00e1s dele.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota enfia o corpo na brecha da cerca. Madeira podre arranhando a regata vinho, farpas entrando na pele \u2014 dor fina, aguda. A mochila prende na t\u00e1bua torta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele puxa.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sai.<\/p>\n\n\n\n<p>Puxa de novo. O z\u00edper range. Prende. N\u00e3o abre.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota olha pra mochila. Pra cerca. Pro dogue alem\u00e3o a cinco metros, vindo.<\/p>\n\n\n\n<p>Hesita.<\/p>\n\n\n\n<p>Um segundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Dois.<\/p>\n\n\n\n<p>Mochila. Isqueiro. Caderno.<\/p>\n\n\n\n<p>Vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Escolhe.<\/p>\n\n\n\n<p>Solta a al\u00e7a. Se joga pro outro lado.<\/p>\n\n\n\n<p>A madeira podre cede com o impulso. T\u00e1buas quebram, desmoronam \u2014 CRAC \u2014 fechando a brecha atr\u00e1s dele. P\u00f3 de madeira sobe no ar.<\/p>\n\n\n\n<p>Cai na cal\u00e7ada. Joelhos no cimento \u2014 dor explodindo nas r\u00f3tulas. Levanta. Corre.<\/p>\n\n\n\n<p>A rua est\u00e1 vazia. O Gol Bolinha Cinza Urban 2003 est\u00e1 estacionado ali perto, duas portas, sem ar, sem dire\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica, sem som, mas \u00e9 dele e est\u00e1 ali esperando como sempre esperou.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota corre. P\u00e9s batendo no asfalto. Os cachorros latem do outro lado da cerca agora fechada, tentando achar outra sa\u00edda, frustrados e confusos.<\/p>\n\n\n\n<p>Dez metros pro carro.<\/p>\n\n\n\n<p>Oito.<\/p>\n\n\n\n<p>Cinco metros.<\/p>\n\n\n\n<p>E ent\u00e3o o cadar\u00e7o direito do t\u00eanis surrado solta.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o desata. Solta. Como se uma m\u00e3o invis\u00edvel tivesse puxado. O t\u00eanis afrouxa no p\u00e9 direito, Jota sente, perde o equil\u00edbrio, trope\u00e7a, cai de joelhos de novo, m\u00e3os no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>E nesse exato segundo, o port\u00e3o de ferro da casa se abre sozinho.<\/p>\n\n\n\n<p>Um clique met\u00e1lico. Rangido. A fechadura cede como se algo invis\u00edvel tivesse for\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p>O dogue alem\u00e3o sai primeiro, olhos fixos \u00e0 frente, pupilas dilatadas \u2014 vidradas em algo que Jota n\u00e3o consegue ver. Passa reto por ele, a menos de dois metros, sem farejar, sem rosnar, como se Jota n\u00e3o existisse. Os outros tr\u00eas v\u00eam atr\u00e1s, mesma express\u00e3o vazia, mesma corrida cega. Seguem rua abaixo, perseguindo um fantasma que s\u00f3 eles veem.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota fica ali, de joelhos no asfalto, cora\u00e7\u00e3o disparado, olhando os quatro cachorros desaparecerem na curva da rua.<\/p>\n\n\n\n<p>O cadar\u00e7o direito pende solto. Ded\u00e3o esquerdo aparecendo pelo buraco do t\u00eanis. Regata vinho rasgada na lateral, sangue seco nas farpas. Joelhos ralados. Sem mochila, sem caderno, s\u00f3 o isqueiro amarelo no bolso.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele levanta devagar. Caminha at\u00e9 o Gol Bolinha. Abre a porta com a chave. Senta no banco do motorista, afundado pelos 110 quilos de sempre. O cheiro de etanol velho e estofado gasto recebe ele como abra\u00e7o de casa.<\/p>\n\n\n\n<p>Olha pelo retrovisor.<\/p>\n\n\n\n<p>Pop\u00f3 aparece na porta da casa, m\u00e3os nos quadris, olhando pra rua vazia onde os cachorros sumiram. Balan\u00e7a a cabe\u00e7a devagar, confuso, ainda tentando entender o que aconteceu. Vira e corre de volta pra dentro \u2014 buscar as chaves do carro, provavelmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota olha pro banco de tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p>Vazio.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem mochila. Sem caderno marrom. Sem nada que prove que ele esteve ali.<\/p>\n\n\n\n<p>A aus\u00eancia pesa mais que o peso.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele espera. Tr\u00eas minutos. Cinco.<\/p>\n\n\n\n<p>Pop\u00f3 n\u00e3o volta ainda.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota desce do Gol. Atravessa a rua. Devagar. Cora\u00e7\u00e3o ainda batendo errado. De olho na porta da casa.<\/p>\n\n\n\n<p>A cerca ainda tem a brecha. A mochila laranja ainda t\u00e1 presa na madeira torta, pendurada como bandeira de rendi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota enfia o bra\u00e7o. Pega a al\u00e7a. Puxa devagar, com cuidado. Madeira range, mas cede. A mochila sai.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele abre.<\/p>\n\n\n\n<p>Caderno marrom l\u00e1 dentro, amassado, p\u00e1gina dobrada. Camiseta regata vinho extra, limpa, dobrada, sem rasgo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo ali. Intacto. Como se nunca tivesse ficado presa. Como se a que ele veste, rasgada e suja de sangue, n\u00e3o existisse.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota fica parado, segurando a mochila aberta, olhando pro caderno que deveria ter ca\u00eddo, pra camiseta que n\u00e3o deveria estar inteira. O isqueiro amarelo pesa no bolso da cal\u00e7a, quente contra a perna, lembrando que sempre esteve ali.<\/p>\n\n\n\n<p>Fecha a mochila devagar. Coloca no ombro.<\/p>\n\n\n\n<p>Peso familiar. Peso necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Volta pro Gol. Entra. Mochila no banco de tr\u00e1s, onde sempre fica.<\/p>\n\n\n\n<p>Liga o carro.<\/p>\n\n\n\n<p>Pop\u00f3 sai correndo de dentro de casa, chaves na m\u00e3o, desesperado, olhando pra todos os lados.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota toca a buzina duas vezes \u2014 bi-bi \u2014 seca, precisa. Pop\u00f3 vira. Jota aponta vigorosamente pro final da rua, onde os cachorros sumiram.<\/p>\n\n\n\n<p>Pop\u00f3 entende. Acena r\u00e1pido, corre na dire\u00e7\u00e3o indicada.<\/p>\n\n\n\n<p>Jota engata a primeira. O volante duro resiste, mas ele for\u00e7a. O Gol Bolinha sai devagar, dire\u00e7\u00e3o oposta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele respira fundo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes, fugir \u00e9 a \u00fanica forma de sair do lugar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A casa que Pop\u00f3 alugou pra virar centro de treinamento parecia grande demais para a quantidade de m\u00f3veis e pequena demais para quatro cachorros circulando entre as pernas da gente. Paredes brancas descascando, cheiro de ra\u00e7\u00e3o misturado com madeira \u00famida, pelo molhado de cachorro que tomou banho e secou mal. 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